Eu achei a configuração mas olha quanta opção tem. Achei meio confuso mas deu achar o que eu precisava. Esse monte de opção que acho meio poluído.
A versatilidade cobra um preço.
Mta gente reclama do “excesso” de opções e personalizações como se fosse obrigatório vc instalar e alterar uma centena de coisas.
O Plasma stock já vem pronto para uso. Muda uma cor aqui, uma fonte detalhe ali, algum outro detalhe acolá, não precisa reinventar a interface inteira. Pelo menos pra mim nos últimos 4 anos de Plasma tem sido assim.
O inverso é verdadeiro sim!
Seria o mesmo que dizer que o xfce* não faz o que o kde faz.
O problema aqui é a abordagem, enquanto o plasma aposta numa pilha de configurações. O gnome-shell aposta em suas extensões para o mesmo fim.
A diferença é que tem um monte de usuário iniciante sendo empurrando pra um ecossistema novo.
E a adoção do KDE acaba sendo um deles.
Plenamente explicável dada a migração acentuada de gente do Windows para o Linux. O KDE Plasma tem uma lógica tradicional que reduz a curva de aprendizado para quem vem do Windows. Algo similar eventualmente poderia ocorrer com o DDE do Deepin caso houvesse uma grande migração de MacOS para Linux.
Eu usei o gnome muito tempo como principal com somente uma extenção o appindicator e no arch por ser rolling isso sempre quebrava é até razoavelmente facil resolver mas fica chato com o tempo, dai veio o plasma 6 experimentei e só saio no dia q o gnome vier com appindicator por padrão😁.
Do tempo que uso GNOME nunca consegui quebrar ele com Arch.
O que exatamente “Quebrou”?
Foi o erro de numero de versão pela atualização das extençoēs serem atrazados.
Mas então a extensão quebrou, o GNOME quebrou ou o Arch quebrou por causa da extensão?
Também uso ele aqui. Muito legal!
@Cleverson , achei legal seu relato, pois eu estava muito chateado pelo fato de o KDE que não estava funcionando após eu trocar a gpu nvidia por uma AMD (isso msm! louco neh). E usei o Ubuntu por um mês enquanto não conseguia resolver. Tive uma experiência com o GNOME do tipo “eu não me importo o que está lá, só funciona”. Para a minha surpresa, depois que consegui resolver e voltar para o Kubuntu (que já usava a mais de 1 ano), desinstalei e coloquei o Ubuntu novamente. Senti falta desse “não mexo em nada e não preciso”. Ainda não sei se só quero tentar algo novo, ou se vou ficar mais tempo no GNOME. O tempo vai dizer. Mas me identifiquei com sua forma de explicar o que é o GNOME.
Continuo achando o KDE fantástico, mas senti essa vontade de ficar mais um pouco no GNOME… e sempre “desgostei” dele rsrsrs.
Mas não faz
Extensões funcionam de forma diferente não tem o mesmo fim, por acaso Arc Menu funciona com dash-to-panel então é uma diferença de natureza de funcionamento e não só de abordagem
Já passei por Gnome, Plasma e Openbox e hoje estou no XFCE. E ele é exatamente isso: um simples bem feito.
Em comparação com o KDE, qualquer coisas é pouco configurável xD
Desses, é o XFCE quem oferece mais opções de configuração. Por exemplo: uma das opções do XFCE e que não consegui encontrar no Mate são as margens do espaço de trabalho.
Isso só tem no LXDE/LXQt porque o gerenciador de janelas dele é o Openbox.
Só que a diferença é que, o Gnome atualiza e as suas extensões quebram porque não são compatíveis com a nova versão.
Usei o Gnome por um ano e passei por quatro versões: 42 (Ubuntu 22.04), 45 (Ubuntu 23.10), 46 (Ubuntu 24.04 e Crystal Linux) e 47 (Crystal Linux). Em todas essas atualizações, extensões quebraram.
Já o Plasma, a despeito de ter um ritmo mais rápido de atualizações, ele é muito mais previsível do que o Gnome.
Passei pela versão 6.3 em Fev/25 e pela 6.4 em Jun/25. Nenhuma extensões que instalei quebraram.
Eu ando em um WM-hopping brabo
Bom se o gnome vem sem appindicator e extensões de terceiros quebram nos updates eu diria que o gnome é quebrado por padrão.

Acho que tá certo.

é uma questão de ponto de vista e uso, o “GNOME” em si não é quebrado, e sim um recurso “Extensão” que o usuário precisa que pode quebrar com um GNOME mais atual.
O mesmo vale para o KDE!
Mas não a cada atualização, como é no Gnome.
O problema do gnome é que as extensões são atreladas ao número da versão do gnome. Por isso quebra fácil.
Isso acontecia muito com o Firefox antigo por exemplo. As extensões eram atreladas ao número da versão do Firefox, e facilmente quebrava após atualizar o navegador. No Chrome, as extensões não tem isso, funcionavam por muito tempo, até ficarem datadas demais para funcionar.
Opa cara e realmente a interface do kde plasma está ganhando mais fama mas eu nunca gostei muito dessa interface gosto mais da interface cinnamon e gnome mas estou tentando me acostumar com a interface do kde plasma