Huawei + Linux? Ou, uma viagem e tanto

https://www.diolinux.com.br/2019/05/huawei-e-deepin-podem-impulsionar-o-linux.html
Há pouco foi publicado no Diolinux essa matéria acima sobre o destino da Huawei e sua possível convergência com o Linux, feita pelo Henrique. Achei muito interessante a matéria, e bastante plausível. Mas por ser da área financeira, não tão viável como pode parecer à princípio. A China é um país ainda muito fechado, principalmente no que diz respeito às suas leis e políticas. Qdo um relacionamento com grandes países como EUA ficam estremecidas, muitos outros países ficam com a barba de molho. Mesmo o Brasil defendendo a cia. chinesa (Brasil vê Huawei com bons olhos, diz Mourão durante visita à China - Economia), não acredito que seja suficiente para ânimo. O que me parece mais plausível, é um acordo da empresa com o governo americano, de uma maneira que ela não seja alijada do mercado. A conquista de mercado é um prato que se come pelas beiradas, e não tem como mudar do dia para a noite.

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É mais provável que a Huawei tinha um sistema próprio. Se a escolha for pelo Linux, será uma distribuição desenvolvida por ela mesma (assim como ocorre com a americana System76 e sua distribuição Pop!_OS - Baseada no Ubuntu). Como o Deepin é uma empresa, há chances de ser adquirida pela Huawei (mudando até de nome).

Destaco, que não podemos nos iludir com as manchetes da imprensa amestrada brasileira… Que fecham os olhos para nações que “cerceam a liberdade de seu povo”, mas descem o cacete em “democracias liberais consolidadas”.

É importante destacar, que essa “guerra comercial” surgiu diante do pulso firme do presidente americano; em não concordar com as táticas chinesas de comércio. Não é de hoje, que a China vem - por exemplo - fazendo engenharia reversa em tecnologia estrangeira (a mesma com anos de pesquisa). Aonde a China se apresenta ao mercado americano, vendendo o mesmo produto (obviamente com outro design e marca), custando bem menos que o original/copiado.

E, não podemos nos esquecer da Chinesa ZTE e sua parceria - às escondidadas - com o Irã!

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