Dúvidas sobre segurança, privacidade no Ubuntu

Valeu pelo texto e pelo link, K !

Fora que é uma falácia dizer que, uma vez que apoiou uma medida tomada pelas big tech, então a Mozilla está do lado das mesmas.

Concordar com um ponto não é exatamente “estar do lado”.

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A única conta em serviços sociais que possuo é aqui no fórum mesmo :sweat_smile:

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Eu já deixei tudo, as únicas coisas que uso são Telegram (família), Discord (amigos) e o fórum.

Sailfish OS, postmarketOS, etc
Alguns smartphones da Jolla vêm com o Sailfish, e aquele telefone da Ubports pode vir com Manjaro, Ubuntu, postmarketOS, etc (sim, um telefone).

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Olha, depende do seu modelo de ameaça.

Você pode evitar uma propaganda, talvez evitar uma manipulação psicológica, hackers amadores, mas estando nas redes, é complicado, não existe modelo para evitar tudo. Dependendo de quem você é, com esforço e dinheiro você seria encontrado.

Um exemplo de força foi o Facebook ter hackeado um cara que usava a distribuição Tails para cometer crimes de pedofilia. O Facebook achou uma brecha no sistema e conseguiu localizar o cara e entregou para o FBI.
É um ato benefíco que carrega por trás, uma demonstração de poder tecnológico.

Fora a questão de que estamos em um mundo digitalizado, você se previne no seu computador, mas nas ruas tem câmeras, governos tem seus dados, seu trabalho, seus amigos e companheiros tem fotos e dados seus, etc.

O que eu sugiro é tentar um modelo de diminuir o fluxo de informações a seu respeito, de forma a dificultar que explorem seus dados, como usar softwares open source que respeitam a privacidade, mitigar exposição em redes sociais, adotar um modelo mais low profile, de comportamentilização, de forma a não misturar dados, como ter um browser para trabalho, um para compras, outros para lazer, usar mais de um email, enfim, não colocar os ovos na mesma cesta.
Mas sem neura a respeito disso, entenda as limitações e saiba conviver com elas.

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Conteúdo sinalizado escondido.

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Conteúdo sinalizado escondido.

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O maior problema dessa ação que as big techs vem fazendo, é que isso causa ainda mais extremismos, já que as pessoas se sentirão perseguidas. Passa a ideia de que não existe mais diálogo, já que elas foram proibidas de falar.

O Raphael do Ideias Radicais fez um vídeo comentando isso. Cirúrgico.

O Google tem um acordo ligado ao mecanismo de busca. O acordo não torna a Mozilla submissa ou advogada do Google. Ainda bem que a Mozilla pode continuar sendo independente como fundação e tecer críticas. Hipocrisia seria se ela pegasse o dinheiro e se calasse.

É uma disputa e as pessoas que defendem a agenda possuem razões para tanto. Se há pessoas que consideram que determinados termos possuem um pano de fundo que remete à escravidão, por exemplo, elas possuem liberdade para questioná-los. As corporações possuem liberdade para não alterá-los, mas ao não fazê-lo, vão entrar em rota de colisão com esse mesmo público. Como a política permeia as ações humanas, naturalmente, as corporações avaliam e tomam decisões. Simples assim. Alterações terminológicas são algo muito pequeno para a maioria das pessoas, mas se faz tanta diferença assim para determinados grupos, por que deveria incomodar tanto? Não deveríamos buscar um caminho harmonioso?

Eu acho que as pessoas que se sentem afetadas por determinadas coisas (e, geralmente, elas fazem parte de uma série de problemas estruturais, que descambam para violências) não estão numa “modinha”.

Toda ação tem uma reação.

Ele apresenta muitos outros problemas para perder as contas, como a disseminação constante de desinformação, muitas vezes com objetivos torpes, além do apoio a atos terroristas de seus apoiadores, como forma de um golpe de estado.

Se “pensar diferente” = gente que frequenta e normaliza redes sociais repletas de neonazistas? Se sim, então eu não tenho como defender tais indivíduos. Não é um problema de “bolha da maioria”.

Não estabeleceu relação entre uma coisa e outra ainda. E eu não conheço tendências sem pesquisa. Você tem alguma? Você entrevistou pessoas do espectro ou encontrou uma boa pesquisa de quem entrevistou?

Ele conduz uma série de ataques desnecessários e dissemina desinformação, tudo porque as ações da Mozilla não são convenientes para políticos de extrema-direita, como é o caso do Trump, que dependeu de diferentes táticas de disseminação de desinformação para se manter no poder. O DT distorce as ações da Mozilla, faz ilações sem sustentação e blinda vozes extremas. A Mozilla pede por transparência, nada mais. Mais transparência significa mais liberdade, não menos (e isso deveria ser óbvio no âmbito de uma comunidade que contribuiu para que disseminar e licenciar código-fonte fosse algo trivial e virtuoso).

Então devemos deixar que neonazistas se conectem e possam perseguir? Devemos deixar que o terraplanismo ganhe ainda mais força? Devemos dar ainda mais voz para quem fere a vida em comunidade e boicota vacinas? Sim, elas vão se sentir perseguidas, porque perseguem outras pessoas e produzem toxicidade com suas ações.

O Paradoxo da Tolerância citado antes dá conta disso. Como quase tudo na vida, há limites, inclusive para o diálogo. Não se pode dialogar com extremistas como se fossem moderados. Não se pode dialogar com anticientistas como se fossem intelectuais. Não se pode colocar conspiração no mesmo patamar de informação com apuração factual.

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Sim, como você faz na vida real quando uma pessoa é tóxica com você? Você simplesmente ignora.
O contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

Se ninguém dá importância ao que alguém falando bobeira fala, ela não tem força. Se recusar a ouvir alguém a tornam mais agressiva.

Mas as próprias redes trabalham em cima do ódio para gerar engajamento, é o princípio base.

Enfim, temos também a hipocrisia das mesmas, pois nos atos do BLM, também tivemos muita apologia a crimes de ódio e nada foi feito.

A grande realidade dos fatos, nua e crua é: retaliação. Já tem um tempo que houve meio que um lobby das big techs para apoiar o Biden nas eleições, com promessas de flexibilização em cima das redes. Durante o governo Trump, houve muita pressão sobre elas, tendo desde processos antitruste, a leis que limitariam seus poderes.

A limitação do Parler em diversas plataformas, também transparece o poder monopolista dessas empresas, pois a plataforma tinha potencial de crescimento, ameaçando a concorrência e demais outras empresas disseram ter recusado hospedar o Parler, porque Amazon e outras empresas pressionaram.

No meu entendimento, essas pessoas que cometem crimes devem ser acionadas judicialmente. Só banir de plataformas apenas piorará a situação.

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Tópico fechado por estar desvirtuado do motivo principal, que era ferramentas de segurança e privacidade para o usuário do GNU/Linux. Motivo esse que recebeu boas dicas nos posts iniciais.

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