Dois textos interessantes para quem tem interesse no Fedora

Leiam e depois repensem por qual o motivo o GNOME não é modificado no Fedora Linux ele faz parte do sistema, não foi colocado lá por acaso cheio de remendos.

https://blogs.gnome.org/uraeus/2020/05/07/gnome-is-not-the-default-for-fedora-workstation/

http://www.islinuxaboutchoice.com/

A Wacom recentemente recomendou o GNOME por qual motivo?

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Foco é muito importante no desenvolvimento. Mas havemos de nos prevenir do purismo. Os pontos de vista em questão são compreensíveis, mas polêmicos, e muito questionados mesmo dentro do “ecossistema” do Fedora.

Aliás: se eu modificar demais o GNOME que vem “de fábrica”, deixarei de ter o Fedora Workstation instalado em meu computador?

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O Fedora WS é um sistema completo e sim conforme o Christian disse se você modificar muito você não vai ter o Fedora WS, se você usa Xorg você não tem um Fedora WS eu mesmo não tenho um Fedora WS pois eu substituo o Firefox pelo Chrome/ium e não o Fedora não traz todo ecossistema do GNOME como o músicas por exemplo e o Web pois são aplicações que pelo menos para meu uso não dão conta do recado.
E uma blog que sempre acompanho pois é aonde dá pra saber aonde o fedora quer chegar pois é linha de frente, as outras distros normalmente só ficam com os louros, estou usando Wayland fazem quase 10 anos e agora que vai entrar no ubuntu que vão começar a achar bugs que já poderiam ter sido corrigidos infelizmente.

Essa logica é esquisita. Eu n acho q se eu substituir o player de vídeo padrão do Windows 10 pelo VLC (por exemplo) n estarei usando o Windows. tendeu? N faz sentido logico. O core permanece o mesmo.

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Talvez adicionar o termo Vanilla ou Oficial deixe menos esquisito, eu até entendo porque as pessoas podem achar esquisito já que por muito tempo não existiu uma fonte oficial de pacotes no Windows, mas essa lógica é normal e muitas vezes é norma obrigatória em ambientes profissionais.

Divergir do padrão significa divergir da configuração e dos programas mais testados e que tem garantias, suporte, servicing, etc, especialmente quando saímos dos repositórios oficiais.

Fica impossível garantir consistência e QA de forma formal sem essas definições, pois de fato o sistema deixa de ser o mesmo, mais importante, passa a conter componentes desconhecidos e não previstos por quem produziu a distro. Isso pode quebrar contratos, alterar e ou limitar garantias, suporte, etc.

Num exemplo simples, bug reports em kernels Linux tidos como tainted (com módulos proprietários) não são aceitos pelo grupo de desenvolvimento do Linux, independente de qual for o bug.

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