Distribuições Linux para usuários iniciantes, intermediários e avançados

Acho o Fedora até mais simples do que o Ubuntu. Para mudar de versão é literalmente um apertar de botão.

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Uso o Manjaro a 2 anos, e o sistema tambem nunca quebrou, ainda sim as distros LTS tendem a ser mais estaveis do que o Fedora ou Manjaro.
Alem disso existem pequenos erros (ou problemas) no sistema, que a gente resolve sem nem perceber que são erros, mas um usuário leigo vai ficar se batendo neles, por ex: O discord, no Manjaro, não estava abrindo por estar desatualizado, mesmo que ao executar o “pacman -Syu”, eu visse que ele estava atualizado, então eu simplesmente mudei o mirror para o Global e atualizei o pacote, um leigo simplesmente iria ficar sem usar o Discord.

Pode ate ser mais simples, mas todo ano, no Fedora, você vai precisar fazer isso, ja no Ubuntu, uma vez a cada cinco anos.

O que eu to falando é que um sistema para iniciantes, é um sistema voltado para a galera que não sabe mexer e nem quer aprender sobre um sistema operacional, é a pessoa que so quer usar o navegador, pacote office, jogos e nada mais.
O Debian e o Fedora, tem uma política de so usar, por padrão, free source, isso por si so ja deixa o sistema difícil para um usuário leigo, para a gente é de boa, mas para o usuário leigo não. Tem gente que ainda ta no Windows 7, imagina essa galera no Fedora, tendo que atualizar para a nova versão todo ano?

Mas as pessoas já vão atualizar os softwares, não é porque vc usa uma distro LTS que vc não recebe atualizações.

Na prática, não diferença alguma.

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mas não faz sentido, hoje em dia todos estão acostumados com atualizações de sistema seja no celular na tv no video game… e um ano e ate um tempo bem considerável, levando em conta que o fedora faz tudo de maneira bem automática semelhante ao windows não vejo problema algum nisso

Aproveitando o tópico. Estou no zorin e tá tudo quase perfeito. Só queria o gnome 40+ para ficar perfeito para mim. Por isso estou para testar o Manjaro e o Fedora, ambos gnome. Além das diferenças básicas em relação a base deles, tem muita diferença no uso para programar ou é mais questão de gosto, como quase tudo no mundo linux?

P.S. Quando o Ubuntu lançar a versão 21.10 quero testar também, até pq parece ser a mais amigável(for dummy?!) de todas.

Para programação, acredito que o Manjaro leve pequena vantagem, já que o AUR tem uma belíssima oferta de aplicativos… outra vantagem está no gerenciador de pacotes: o pacman é bem mais rápido que o dnf. A desvantagem é que o Fedora é um tanto mais estável, por ser point release e não rolling release - mas o Manjaro é bastante estável também, dada sua opção de testar em dois níveis prévios os pacotes antes de oferecer as atualizações no ramo estável.

Se você quer uma distro firme e com um Gnome “liso” (ou vanilla, como dizem): Fedora. Se quer pacotes sempre atualizados, mas com estabilidade também (os problemas costumam vir de pacotes compilados do AUR e de gambiarras que acabamos sempre por fazer) e um Gnome divertido e incrementado: Manjaro.

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De novo este dilema, como eu já expliquei várias vezes aqui no fórum:

Rolling release não significa ter os pacotes mais recentes, assim como point release não significa que tudo é mais antigo. Rolling release significa apenas que as atualizações são contínuas, sendo assim, quando for realizada uma grande mudança no sistema operacional, será tratada como mais uma atualização rotineira – ao contrário das point releases – que colocam a grande mudança sob o nome de uma nova versão e anunciam assim.

Ter os pacotes sempre recentes é a definição de bleeding edge (borda do sangramento, em tradução livre), como Arch e Gentoo, que disponibilizam os pacotes mais recentes possíveis tão rapidamente quanto possível. O contrário de bleeding edge é LTS (long term support, ou suporte de longo prazo), que é o modelo aonde os pacotes são congelados em uma versão já testada e comprovadamente livre de bugs e impedimentos no uso. Sendo assim:

Point release (lançamentos pontuais) — Rolling release (lançamento contínuo)

Long Term Support (LTS/suporte de longo prazo) — Bleeding edge (tudo sempre mais recente)

Talvez a confusão quanto a estes termos venha do fato de que a maioria das distribuições rolling release serem bleeding edge, e a maioria das point release serem LTS. Mas exemplos que quebram isto são Void/Solus (rolling release mas não bleeding edge) e Fedora (point release mas não LTS)


Editado - 25/09/21 7:32 PM

Temos ainda o Manjaro, que meio que “bebe das duas fontes” – seu lançamento é contínuo, mas grandes mudanças são anunciadas como uma nova versão (por questões de marketing, até porque não é assim que realmente funciona no OS), e ele lança novas versões de pacotes relativamente rápido, mas não sem antes testar um pouco os pacotes.

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fedora e mega estável anos usando todo tipo de software e sem problemas e atualiza bastante ate, mas o manjaro tem a seu favor o AUR hehe bem difícil a escolha

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Isso vai depender da linguagem e do framework. Por exemplo, Java em distros .RPM tende a ser bem tranquilo (não que no Manjaro não seja), mas para JavaScript e seus “derivados”, eu iria com o Manjaro, sem sombra de dúvidas, pois ele traz tudo bem quentinho do Forno, coisa que o Fedora pode demorar um pouco mais. Aproveitando o embalo atual do tópico, posso te dar um salve no privado @brunobrslive?

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yep pode sim

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Inicialmente será js e python. Acho que vou “brincar” com o manjaro então. Sou meio novato no arch, qual a vantagem real dos AUR? É só sair primeiro nele? Isso não gera tmb o risco de sair muita coisa quebrada?

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Pela minha breve experiência com o Manjaro, Arco Linux, Artix e EndeavourOS → O AUR serve como um extra para pacotes que não tenham no repositório principal, pense como os PPA’s no mundo *Ubuntu. Sair primeiro não é bem necessáriamente a vantagem do AUR, visto que poucas coisas serão usadas por lá (nas condições normais de temperatura e pressão, claro).

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Lista bem esquisita. Ubuntu pra intermediários? kk. Distro praticamente pronta e q deu muitas facilidades para as outras.

Enfim, considero uma lista com forte opinião pessoal do autor.

Instalei o Zorin no note do meu pai, pois um PC sem SDD fica difícil rodar Win10.
Ele se adaptou facilmente, até me surpreendi.
Agora vamos ver se haverão problemas

Dicas do @Dio

Download: https://en.cutefishos.com/

Vídeo do Dio sobre o Cute

Suponho que o mais importante é entender o objetivo final, como o que o usuário vai fazer no computador. Se considerarmos que o usuário só precisa ligar o PC, logar no usuário e abrir um editor de texto, navegador ou um programa específico para trabalhar, qualquer distro serve. Basta que o mesmo enxergue essas opções de modo facilitado. Que diferença faz abrir um navegador no Ubuntu ou no Arch? Qual a dificuldade de ligar um computador com o Mint instalado e outro com o Fedora? Agora em questão de aprendizado, instalação e até mesmo personalização do sistema fica evidente que hajam distros muito mais intuitivas do que as outras, tanto no processo de instalação, quanto nas suas configurações. Acredito que, quando um usuário iniciante (ou que quer iniciar no universo gnu/linux) pesquisa por uma distro para instalar, as mais famosas e, que por sua vez são as mais intuitivas, aparecerão em primeiro lugar.