Distribuições linux baseadas ou agregadas?

Saudações galera.
Eu estava passeando pelo fórum “Viva o Linux” e me deparei com esse argumento de um rapaz.
https://www.vivaolinux.com.br/artigo/A-tragdia-silenciosa-das-distribuies-baseadas-ou-agregadas/
Será mesmo que 80% de todas as distros (300k) do mundo não agregam nada no desenvolvimento do linux em si ?

Eu fiz uma pequena lista sobre quais distros possuem repositórios próprios e algumas que usam tanto o próprio quanto a base do repositório:

Ubuntu repositórios Próprios Embora comece como um “instantâneo” do Debian Sid, o Ubuntu mantém 100% de sua infraestrutura e espelhos;

Fedora repositórios Próprios Independência total. É a base de testes para o Red Hat Enterprise Linux (RHEL).

openSUSE repositórios Próprios Um dos gigantes independentes. Tem uma infraestrutura de build (OBS) que é referência mundial.

Arch Linux repositórios Próprios Independência total e filosofia rolling release. Tudo o que está no repositório core ou extra é mantido por eles.

Elementary OS repositórios Ubuntu + Próprios Foca quase todo o esforço próprio no ambiente Pantheon e na AppCenter, mas a base de pacotes é Ubuntu.

Linux Mint repositórios Ubuntu + Próprios|Ele usa 95% da base do Ubuntu, mas mantém um repositório próprio para as ferramentas Mint (Cinnamon, Xed, etc.).

MX Linux repositórios Debian + Próprios mas com mais ferramentas próprias (MX Tools). Ele “bebe” direto do Debian Stable.

PeppermintOS repositórios Debian + Próprios Embora a distro já teve como base o Ubuntu e agora o Debian e futuramente o Void Linux ele se mantém em meio termo com algumas ferramentas próprias como Xdaily, Kumo e o webapp similar ao linux mint mas mesmo assim “bebe” direto do Debian kkk

E aí galera, vocês concordam com o argumento dele ?
Distros remasterizadas ?

Pode ser um assunto polêmico mas só opiniões e ideias.
O DeepinOS e o OpenKylin são a base do Debian mas possuem repositórios próprios e ferramentas próprias (talvez/maybe) kkk

Credito: viva o linux

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essas eu não considero “distros” mas recompilações. por exemplo: kubuntu, lubuntu, todas as derivadas do arch (bazite etc), xubuntu etc são recompilações. um app novo não diz nada.

debian, solus, arch, red hat, por exemplo, considero distros. tem gerenciamento de pacotes distintos, alguns recursos diferentes, organização interna própria etc.

sempre questionei o que faz uma distro ser uma distro e não uma recompilação. uma gestão de pacotes própria e diferente seria um ponto de partida.

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Eu acrescentaria o CachyOS e o EndeavourOS. As duas são baseadas no Arch, mas possuem repositórios para as suas ferramentas e alguns pacotes.

Todo conjunto de pacotes que forma um sistema operacional – e se distribui – é uma “distribuição”.

Isso é o que significa “distro”.

Nenhuma delas produz um Kernel, um gcc e todas as ferramentas básicas (abaixo do DE), um GTK ou um Qt, um browser, uma suíte office, um Gimp, etc.

Nenhuma delas produz um KDE ou um Gnome – salvo alguns DEs “próprios” de uma ou outra distro, que estão longe de se poderem comparar ao KDE e ao Gnome.

Todas as distros “próprias” reúnem milhares de pacotes produzidos por terceiros – com um jeito “próprio” de selecionar, organizar, empacotar, distribuir.

Qual seria o critério para dizer quais são “distros” – e quais não são “distros”?

O fato de empacotarem “do seu jeito” e colocarem em repositórios próprios? – Eu gosto disso, porque cada um desses repositórios “próprios” representa uma organização racional, uma curadoria – e um “centro” para o qual milhares de usuários podem encaminhar alertas de falhas observadas – uma colaboração coletiva (feedback) inestimável, onde a comunidade inteira atua como “tester”.

Algum motivo para que esse patrimônio coletivo seja proibido aos desenvolvedores de distros “menores”? – Ou para que sejam consideradas “não-distros”?

É aquela estória de, subir – e retirar a escada.

Gosto da contribuição dada pelo Linux Mint, ao se diferenciar dos “Buntus” – fornecendo uma alternativa que atende melhor a um grande número de usuários – e que seria inviável, se tivesse de “nascer completo”, do zero.

Também gosto imensamente da dupla antiX / MX Linux, que atende um universo muito grande de usuários – em especial, em países e regiões que nós aqui mal lembramos que existem.

O “gasto” que umas distros têm com a manutenção de repositórios próprios? – Isso é muito relativo, pois quando se fala nisso, ignoram-se os gastos de centenas de “espelhos” mantidos por terceiros – e sem os quais, seria muito chato a gente depender das conexões daqui para os EUA e a Europa.

No último 7 Setembro, por exemplo, meu Kubuntu não conseguiu baixar o “linux-firmware” do “archive-ubuntu-com” – e pelo Google pude ver que muitos usuários estavam com o mesmo problema, em várias partes do mundo.

O Mint baixou esse mesmo “linux-firmware”, sem dificuldade alguma – porque nele eu tinha escolhido o espelho “ubuntu-c3sl-ufpr-br” – sustentado pelos nossos impostos.

Bastou copiar do “cache de pacotes baixados” do Mint, para os caches do Kubuntu e do KDE Neon – e mandar o Synaptic instalar.

Concordo que existem “distros” e “distros” – mas, toda vez que vejo essa discussão, sinto que os argumentos (pró e contra) ficam na superfície – sem considerar inúmeros aspectos da realidade.

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Precisa acrescentar o Slackware à sua lista. Usa repositórios próprios. :wink:

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Isso…

Entre os “mandrakes”, lembro o Mageia, o PCLinuxOS… mas não posso falar do ALT, do ROSA, do OpenMandriva.

Lembremos o Void.

Alguém já falou do Gentoo?

O PKGs-org lista estas “famílias”:

  • Adélie
  • AlmaLinux
  • Alpine
  • ALT Linux
  • Amazon Linux
  • Arch Linux
  • CentOS
  • Enterprise Linux (RHEL, Rocky Linux, AlmaLinux, CentOS)
  • Debian
  • Fedora
  • KaOS
  • Mageia
  • OpenMandriva
  • openSUSE
  • OpenWrt
  • Oracle Linux
  • PCLinuxOS
  • Rocky Linux
  • Slackware
  • Solus
  • Ubuntu
  • Void Linux
  • Wolfi

Acho que os “Buntus” são uma coisa só – tal como openSUSE KDE, openSUSE Xfce etc. – O fato da Canonical inventar nomes diferentes é problema dela, e não deveria ditar o modo de vermos das coisas.

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Eu esqueci kkkk
Por isso fiz uma pequena lista.

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Ainda há esperança de sair mais uma versão do Slackware… :grimacing:

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Sairá, sim, mas quando estiver pronto. :grin: :wink:

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Fala aí rapaz, tudo beleza contigo ?
Espero que esteja tudo ótimo com você e essas 12 distros kkkk
Voltando ao assunto…
Concordo e apesar que nesses últimos anos o linux melhorou bastante com novos recursos, novas diretrizes e novos mantenedores.

Uma das partes da opinião do rapaz que escreveu esse texto no “viva o linux” que infelizmente é o retrato da realidade foi essa:

Nos primeiros tempos, criar uma distro baseada em Debian ou Ubuntu (há outras distros principais como Arch e Fedora ) significava quase que assumir um compromisso: manter e testar pacotes, tomar decisões próprias, resolver problemas que a base não resolvia. Hoje, na maioria dos casos, significa apenas agregar repositórios alheios (ou seja, chupar a infraestrutura de repositórios da distribuição base), aplicar uma camada estética, encher de aplicativos que o “desenvolvedor” acha que o usuário precisa e chamar isso de “novo sistema” quando, na verdade, é uma remasterização da distribuição original

As vezes é difícil de aceitar isso mas é a realidade.
Pode-se dizer que hoje apenas 20% de todas as distros nessa margem é que levam o linux pra frente, todas as distros que os colegas aqui disseram entram nessa margem incluindo a sua bela lista @frc_kde

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Olha vou além, algo que ainda estou formulando em minha cabeça mas ainda não aprofundei. Hoje sinto um movimento empresarial muito grande em certas Distros por exemplo o Fedora. Sinto muito crescente esse movimento de “Ah é só instalar e usar”.

Isso é bom? Mas até que ponto? Sinto que estão complicando demais o Linux. Qual o interesse disso? Que as pessoas não mais aprendam Linux como antigamente? Hoje por exemplo fico por conta de aprender a usar ferramentas e quase não altero um código ou config como era antes.

Estou com bastante receoso de tornarem o Linux um Windows ou um Mac da Vida. Sinto que criam os problemas e depois criam mais problemas para resolver problemas…

Veja agora esse caso de Distros imutáveis, sinceramente não desejo que isso se torne um padrão. Eu quero continuar tendo a liberdade de funfar (vixe esse jargão é antigoooo!) no meu Linux até quebrar e precisar instalar novamente! Quero saber como as coisas funcionam e escolher e deixar do meu jeito, e como sempre foi.

Mas é isso, é um sentimento que estou tendo hehe! Ainda estou amadurecendo a idéia. Depois faço um post destilando minha antipatia pelo Ubuntu :grimacing: :rofl:

Bom… isso me lembra a tier list de distros feita num Diocast em 2024

Ali, muitas distros “caem” pois são só skins das distros de onde são “baseadas” e realmente não fazem o menor sentido existir.

Para mim, Distros são aquelas que adicionam algo à “Distro-mãe”, seja alguma ferramentas ou pacotes que não existem nos repositórios da “distro-mãe”, e não tão somente fazem um ajuntado de programas e só trocam o tema ou o papel de parede (aquelas “ReFiSeFuQui”).

Para mim, é isso.

É por isso, que o Nippybox é um Script de Pós Instalação do Arch, e não uma distro. Pois, eu sei que eu não adicionaria muita coisa ao Arch Linux.

Vejo que tem pessoas que criam “distros” para darem uma de “fodões”, mas que no final das contas, a “distro” adiciona muito pouco à distro-mãe.

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Finalmente estão descobrindo que papel de parede não dá boot.

Outro dia estava até pensando em lançar um curso para a comunidade Linux: como trocar o papel de parede sem precisar baixar uma ISO nova. Acho que esses tempos atuais estamos precisando desse tipo de curso.

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Na verdade, não posso falar muito sobre refisefuquis.

O Distrowatch está apontando 36 distros “Buntu-based”:

  1. Linux Mint (2)
  2. Pop!_OS (5)
  3. Zorin OS (6)
  4. elementary OS (16)
  5. KDE neon (21)
  6. TUXEDO OS (32)
  7. Linuxfx (35)
  8. Linux Lite (48)
  9. VailuxOS (78)
  10. NebiOS (100)
  11. MakuluLinux (105)
  12. DESERT OS Linux (139)
  13. Slimbook OS (142)
  14. Pearl Linux OS (144)
  15. Luberri Linux (181)
  16. Tsurugi Linux (193)
  17. Drauger OS (222)
  18. Quarkos (225)
  19. MAX: Madrid_Linux (234)
  20. BackBox Linux (262)
  21. LliureX (285)
  22. CAINE (291)
  23. Rescuezilla (303)
  24. Vitalinux (304)
  25. Uncom OS (315)
  26. Runtu (344)
  27. REMnux (357)
  28. Accessible-Coconut (359)
  29. FluxLinux (369)
  30. OSGeoLive (390)
  31. Qlustar (399)
  32. DAT Linux (401)
  33. Linux Schools (405)
  34. TigerOS (430)
  35. PluriOS (431)
  36. GNU/Linux KDu (440)

Dessas todas, só conheço o Linux Mint e o KDE Neon – além do Kubuntu, que considero “Ubuntu KDE” (e não, “Buntu-based”).

  • Rodei uma Live do Elementary, e uma Live do Linux Lite, mas nem instalei.

“Debian-based”, instalei o Devuan por um tempo, mas depois optei pelo MX Linux – além do Debian Testing, que mantenho instalado desde 2016. – Antes, instalei o Debian stable, desde 2009, alternando com Mint Xfce, MATE, Cinnamon.

  • Em priscas eras, usei o Kurumin, e experimentei o Knoppix (Live com persistência). – Testei o LMDE, poucas vezes, mas nunca me entusiasmei. – Também não me animei muito com o antiX.

Quando arranjei uns HDDs / SSDs adicionais, optei por instalar e explorar (em dualboot / multiboot) distros dos “ramos” mais diferentes entre si: – openSUSE, Arch, Fedora, Mageia, PCLinuxOS, Void, Slackware etc. – em vez de ficar girando em volta de “mais do mesmo” (Buntus & Debians).

“Arch-based”, só instalei o Manjaro (nunca por muito tempo), e o Antergos, também por pouco tempo. – Mantenho instalado o próprio Arch, desde meados de 2017.

Nunca instalei o Gentoo. – Experimentei o Sabayon por uns tempos; – depois tentei o Redcore, mas desisti.

Dos “mandrakes”, tenho o Mageia e o PCLinuxOS. – Já tive o ROSA, mas desisti.

Do Fedora, openSUSE, Slackware e Void, instalei apenas eles mesmos – e nenhuma “based”.

Optei por fazer assim, para experimentar os “ramos” principais da “árvore Linux”, por longos períodos – em vez de ficar saltitando em torno de um monte de “buntus-based” e “debians-based”. – Acho que desse modo conheci melhor o “mundo Linux”.

Acredito que existam, sim, várias distros meramente “wallpaper trocado” – mas não posso falar mal delas, porque nunca perdi tempo com elas. – De repente, podem ter alguma coisa boa. Mas realmente não sei.

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Agregam até muito, distros baseadas/remasterizadas(cujo termo universal e corrigir algo que está Quebrado) sempre agregam, se fosse depender de bases quebradas que vivem nos problemas e escândalos o “Linux”(termo genérico que a maioria usa pra citar as distribuições)teria se tornado um fracasso mais genérico do que se imagina…

Steam veio como exemplo graças ao Ubuntu e não a sua base sem utilidade. Assim como se deixar de existir alguém forkeia e continua… isso e o objetivo.

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O Ubuntu pode ser considerado um fork do Debian, pois ele pega o trabalho feito pelo Debian e continua esse trabalho mas de uma forma que se o Debian acabar amanhã, o Ubuntu continua do mesmo ponto.

Mas agora, se hoje o Ubuntu morrer… morrem com ele a maioria dos queridinhos da comunidade Linux.

O Ubuntu é um fork, já o ElementaryOS, Mint, PopOS, ZorinOS e outros, dependem da infraestrutura das distribuições originais existirem. Uma decisão da Canonical com relação ao Ubuntu atinge as remasterizações.

Já tivemos situações em que as decisões da distro-mãe afetou as filhas, como a decisão do Ubuntu em priorizar os Snaps que fez com que o Mint, por exemplo, tivesse que empacotar o Firefox para distribuir aos usuários e reverter configurações que o Ubuntu carrega de fábrica.

Outra situação que fez a “comunidade” chorar foi a alteração da regra de negócio para o CentOS, antes uma versão livre do Red Hat Enterprise Linux, agora uma versão intermediária que tem o objetivo de refinar novos softwares e tecnologias para que sejam adotadas no RHEL. Na ocasião, muitas “distros” simplesmente copiavam os pacotes do CentOS para venderem-se como “compatível com o Red Hat Enterprise Linux”, mas a mudança acabou com isso e obrigou as “distros” a criarem seu próprio ecossistema e fazer parte do trabalho necessário. Algumas distros morreram naquela época, não foram capazes de existirem com a regra do negócio alterada.

Agora, imagine se a Canonical decide que a próxima LTS do Ubuntu será imutável e baseada totalmente em Snap (sim, eu sei que isso está longe de acontecer, mas não é impossível)? Haverá choro e ranger de dentes, algumas “distros” vão morrer e outras vão sobreviver abraçando alguma outra distro-mãe, como o Debian e o Arch Linux.

Tenham calma, eu não acho que a Canonical vai decidir fazer coisas que prejudiquem o Mint e o ZorinOS, por exemplo, pois eu tenho a opinião de que a Canonical entendeu que é melhor deixar essas distros existirem para serem aquilo que o Ubuntu Desktop deveria ser para os usuários domésticos, enquanto isso a Canonical foca no cliente corporativo que é quem paga os boletos.

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Li esse artigo e o cara “brisou“ d+. Misturou Kernel com distro, formas de desenvolvimento compartilhado, customizações e licenças. Enfim me pareceu uma visão rasa de um leigo no assunto.

Um ótimo artigo, que realmente leva a uma boa reflexão. Ainda assim, vejo o ecossistema Linux de uma forma um pouco diferente. Distribuições nascem e morrem o tempo todo, e isso faz parte da própria natureza do software livre. A única tragédia real seria, hipoteticamente, a interrupção do desenvolvimento do Linux kernel, algo extremamente improvável diante do tamanho e da relevância do projeto hoje.

Sobre distribuições que surgem baseadas em outras, considero totalmente válido quando existe um propósito bem definido. O próprio Ubuntu nasceu porque o Debian sempre teve ciclos mais conservadores e menor foco no usuário desktop comum, especialmente no que diz respeito a firmware e softwares proprietários. O Ubuntu resolveu essa lacuna e acabou sendo responsável por popularizar o Linux para uma enorme quantidade de usuários.

Com o passar do tempo, o Ubuntu direcionou grande parte de seus esforços para cloud e servidores, afinal, é onde está o retorno financeiro. Naturalmente, surgiu o Linux Mint, ocupando o espaço de uma experiência mais amigável para o desktop. Nesse sentido, o ecossistema funcionou exatamente como deveria: projetos evoluem, mudam de foco e outros aparecem para atender novas demandas.

Enquanto algumas distribuições priorizam base técnica e estabilidade, outras focam na experiência do usuário. O Elementary OS, por exemplo: muitas vezes injustamente desdenhado, apresenta um nível de polimento visual e preocupação com consistência e acessibilidade que várias distros consideradas “raiz” nunca buscaram alcançar.

E sim, também existem distribuições altamente opinativas, experimentais ou até excêntricas, como o Omarchy. Mas qual seria exatamente o problema? Desde que exista proposta, experimentação ou aprendizado envolvido, isso também tem valor.

Linux sempre foi isso: pessoas construindo sobre o trabalho umas das outras, melhorando, adaptando, remixando e seguindo em frente. A diversidade pode gerar redundância em alguns casos, mas também é justamente o que mantém o ecossistema vivo e em constante evolução.

E para quem está chegando nesse mundo Linux, sugiro que assistam esses 2 ótimos documentários sobre a historia do Linux: The code (2001) e Revolution OS.

Abrass!

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