Curta de ficção científica

Vale a pena, não como uma crítica a tecnologia em sí, mas como ela pode ser usada.

Slaughterbots

Dirigido por Stewart Sugg, “Slaughterbots” é um curta de ficção científica em um mundo distópico onde uma nova forma de armamento inteligente foi criado. Tudo o que esses robôs drones precisam é de um perfil: idade, sexo, condicionamento físico, uniforme e etnia. A opção nuclear é obsoleta. Retire todo o seu inimigo praticamente sem risco. Apenas o caracterize, solte o enxame e descanse.

O filme de 7 minutos começa com um CEO do Vale do Silício, apresentando um produto para uma audiência ao vivo, à la Steve Jobs. A apresentação parece bastante inócua no começo - o apresentador parece estar apresentando uma nova tecnologia de drones -, mas toma uma atitude sombria quando demonstra como esses drones autônomos podem abater seres humanos como gado, entregando um explosivo no crânio do alvo

A platéia engole, batendo palmas e rindo junto com o CEO como se não tivesse testemunhado nada mais perigoso do que a inauguração do iPhone X. O CEO vai além, mostrando vídeos do pequeno drone assassino em ação.

“Vamos assistir o que acontece quando as armas tomam as decisões”, diz o CEO, enquanto o bot executa várias pessoas na enorme tela atrás dele. “Agora confie em mim, todos esses são bandidos.”

O que se segue é um retrato profundamente perturbador de um mundo distópico, onde esses pequenos drones armados usam suas tecnologias a bordo - “câmeras como você usa para seus aplicativos de mídia social, reconhecimento facial como você tem em seus telefones!” - para tomar decisões autônomas sobre quem mora e quem morre.

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