Como vocês migraram para o Linux? Porquê?

Como migrei? Escolhendo uma distro, fazendo pendrive de boot e instalando.
Porque? Porquê nenhum motivo específico, simplesmente quis RS

Todos os ransomwares de MBR sérios (praticamente todos¹) que eu já vi criptografavam a tabela de partições também, o que também é custoso de se recuperar. Alguns até criptografavam os arquivos e as tabelas de partição.

¹Menos o que infectou o Audacity e o Classic Shell faz uns anos e sobrescrevia seu MBR pela zoeira.

Utilizar a caixa mágica (distro Linux com gnome 2)e querer saber a palavra passe para acessar a net

Mais tarde, começando a ver vídeos do dionathan mas ainda sem notebook
Praticamente durante 9 meses fiz distrohopping todos os dias
Hoje encontro me no silverblue

2 Curtidas

Minha “decisão” foi na década de 90, quando ouvi falar pela primeira vez. Era um amigo que lia sobre tudo, vivia descobrindo coisas de que eu nunca tinha ouvido falar. Como perdi contato com ele após 1994, essa é a data limite.

Eu ainda estava migrando do MS-DOS / DR-DOS para Windows, que ainda tinha poucos aplicativos ─ entrava no Windows para fazer algumas coisas nele, depois saía para fazer outras coisas no DOS. ─ Naquele tempo, carregava-se primeiro o DOS, depois o Windows. Só mais tarde, o Windows começou a carregar direto (mas ainda havia o DOS-Box, para continuar usando aplicativos antigos).

Só que, “ouvir falar” e “decidir”, ainda estava a mil anos-luz de “instalar” ─ isso, era coisa de maluco.

A partir de 2002, comecei a comprar revistas falando do Linux, principalmente quando vinham com algum CD. ─ Mas ainda era muito complicado, e nunca consegui fazer nada de útil com a maior parte daqueles CDs. ─ Muitos deles carregavam apenas um prompt em “tela preta”, e eu me perdia com as instruções contendo comandos chmod, chroot e outros bichos piores.

A primeira coisa que consegui ter certeza de que entendi, foi o particionamento ─ que tratei de aplicar no Windows. ─ Ao reinstalar, dividi em C:\ (sistema), D:\ (swap) e E:\ (documentos).

As distros mais faladas eram Debian, Red Hat, Mandrake, Slackware, SuSE.

Meu hardware era uma geringonça ─ inicialmente 486, que já tinha passado por 2 upgrades, acho que tinha virado “Pentium II”, mas realmente não lembro nenhum detalhe.

O primeiro CD que consegui rodar naquele hardware foi o Kurumin 4.2 RC-5, não lembro em qual ano.

008-Cronologia_Kurumin-2007-2009-particionamento

Em 2007, instalei o Kurumin 5.1 Beta no 2º HDD.

Em 2008, instalei o Kurumin 7.0r3 (datado: 2007-06-19).

Em 2009, montei outra máquina, e o velho Kurumin não conseguiu reconhecer o hardware.

Pesquisei as alternativas, e acabei adotando o Kubuntu, que usei por 10 anos.

Em 2016 deletei o Windows.

Infelizmente, joguei fora todos os CDs que não consegui carregar. Ficaram estes:

Kurumin 4.2 RC-5
Kurumin 4.2
Kurumin 5.1 Beta (2 cópias)
Kurumin 7.0r3
Debian Lenny KDE amd64 (só instalador)
Debian 5.0.1 KDE i386 (I)
Debian 6.0.1 Gnome amd64 Net Install (166 MB)
Debian 6.0.1 KDE amd64
Debian 6.0.4 i386/amd64 Net Install
Linux Mint 201104 Xfce 64-bit
Debian 7.4 KDE Desktop
Linux Mint 16 Cinnamon 64-bit
Kubuntu 11.04 amd64 Desktop (2 cópias)
Xubuntu 11.04 amd64 Desktop
Kubuntu 12.04 amd64 (Precise Pangolin LTS)
Linux Mint 17v2 Cinnamon 64-bit
Kubuntu 14.04 i386 (LTS)
Ubuntu 14.04.01 amd64
Kubuntu 14.04.1 i386 (LTS)
Kubuntu 14.04.1 amd64 (LTS)
Kubuntu 14.04.2 i386 (LTS)
3 Curtidas

Isso ocorreu lá em 2019, final do ano para ser mais especifico. Eu já conhecia o Linux há algum tempo, mas não passava daquele estereótipo básico. Eu estava cansado do “Windows 7 de cada dia”.

1 Curtida

Foi em 2010 que tive o primeiro contato com linux foi Ubuntu 10.10, eu estava em um curso de montagem e manutenção de micros ,era um curso bem fraco mas fiquei sabendo desse mundo do pinguin. Na época eu usava windows xp, lembro que eu não sabia o que fazer com ubuntu achava que era igual a windows. O tempo passou e em 2013 entrei em um curso técnico então aprendi sobre o linux, comecei aprender os primeiros comandos com o Debian 6 gostei muito então comecei a testar tudo que era distro para aprender, mas depois fiquei com as .deb por um tempo mesmo fazendo hop um tempo depois descobri o manjaro mas os usuários do viva o linux diziam que quebrava fácil, então larguei. Quanto ao fedora achava muito difícil o instalador Anaconda por isso torcia o nariz para ele. Lembro que eu jogava muito antes de colocar o linux em minha maquina. Foi em 2013 como disse anteriormente que resolvi instalar em definitivo e já são quase 8 anos de Linux e o hop ainda não me deixa… kkkkk…

2 Curtidas

Final de 2018.
Meus Windows estava escrevendo teclas que eu não apertava e estava apagando os arquivos quando os selecionava. “Pronto, fui sorteada com atualização que quebra o sistema”. Fiquei bem uma semana com esse troço bugado e me irritando.
Tentei instalar o W8.1 não consegui. Nem saía da tela de instalação.
Um amigo me mandou um link do Dio instalando o Mint com a namorada dele (que eu já tinha assistido aleatoriamente uns dias antes. O algorítimo do YT funciona quando quer).
Sucesso!! Porém, na hora de entrar no mint e fazer as configurações, descobri que o meu teclado estava ruim. Eu migrei pro Linux por causa de um pouquinho que suco que caiu no teclado do netebook hahahaha

3 Curtidas

Minha primeira aventura com outro sistema operacional foi com o BeOS.
Ouvi falar de outro sistema operacional na própria ajuda do Windows 98, lá havia um artigo sobre a migração do Unix para o Windows. Então, por ali eu já sabia que o Windows não era o único sistema operacional existente.
Algum tempo depois, o meu computador começou a ter problema com blocos defeituosos no HD, e eu não possuía dinheiro para trocar o HD. Não adiantava usar o Scandisk para marcar os blocos defeituosos, não adiantava reinstalar o Windows.
Foi aí que tive a ideia de experimentar outro sistema operacional, pesquisei um pouco na internet e obtive informações sobre um tal Linux, que diziam que era muito difícil de usar e que era tipo o DOS, e um tal BeOS que diziam ser o máximo e muito bem feito.

Baixei o BeOS 5 Personal Edition, última versão deste sistema operacional que já estava descontinuado naquela época em que baixei, e segui as instruções de instalação. Funcionou, mesmo no HD defeituoso. Provavelmente por ser um sistema muito menor que o Windows Millenium, arquivos importantes do sistema BeOS não ocuparam os blocos defeituosos.

Percebi que haviam algumas limitações, como o vídeo era mais básico, não estava em 100%, mas mesmo assim eu estava satisfeito porque conseguia usar o computador mesmo com o HD danificado.

O BeOS é um sistema operacional totalmente gráfico, mas havia um terminal e eu não sabia usá-lo (alguns aplicativos requeriam saber usar o terminal para instalar, e eu não conseguia). Eu consegui instalar o Abiword, para fazer trabalhos da escola, emuladores de Mega Drive e Super Nintendo (rodando muito bem) e alguns jogos nativos do sistema. Hoje, o BeOS não existe mais, mas há o projeto Haiku que desenvolve um clone de código aberto baseado no BeOS.

Meu primeiro contato com o Linux mesmo foi mais tarde, em 2006 e com outro computador cujo hardware era melhor. Na época fui fazer um cursinho de montagem e manutenção de computadores e o professor ensinou a instalar o Kurumin. Após isso, visitei uma banca de revistas e lá estava o Suse Linux 9.2 como brinde de uma revista. Comprei e instalei.

Na época eu dependida de acessar a internet na Lan House, e para aprender a usar o sistema visitei muito a Lan House, bem como para baixar pacotes a fim de obter jogos e suporte multimídia. Foi difícil, pois nem sempre eu conseguia baixar todas as dependências necessárias, sempre tinha um pacote que eu marcava e depois baixava na Lan House a fim de resolver as dependências e ter o aplicativo desejado. Embora essa dificuldade, deu tudo certo.

Depois, comprei outra revista que vinha com o Mandriva 2006, gostei por ser mais leve que o Suse 9.2 e já oferecer suporte multimídia de cara. Além disso, todos os pacotes que baixei anteriormente estavam bem a salvos e pude reaproveitar muitos deles.

Na sequência, comprei uma revista com quatro CD-ROMs do Slackware, eram todos os pacotes oficiais. Isso me ajudou bastante para não ter que recorrer sempre à Lan House. Aprendi a reaproveitar os pacotes RPM que eu já tinha das distribuições Suse 9.2 e Mandriva 2006. Usei-o por um bom tempo até comprar outra revista, desta vez com o Kurumin 6.2.

6 Curtidas

Eu amo tecnologia e seus desafios desde quando me lembro da primeira coisa que me lembro em minha vida, antes disto eu deveria amar a tecnologia mas eu não lembro :joy:
Jogos do Super Nintendo, meu favorito F-Zero lembro que suei para conquistar os 3 campeonatos no level Expert e quando vi abriu o Master, mais uma luta. Joguei muito com a Fire Stingray mas hoje vejo que com a Golden Fox seria muito mais difícil. Todos os jogos que eu pego com level de dificuldade, hard, expert, master, god e cia são os escolhidos.

Por que eu disse tudo isso? Pois foi assim que eu migrei para o mundo Linux, dificuldade e desafio da tecnologia. O Windows não oferecia mais desafios, e eu gostava de ficar formatando e desformatando, então em pesquisas que fiz, descobri o Kurumin mas ele estava em seu fim, fui para o Ubuntu e depois o Kylin que foram meus main systems até ficar com o Arch atualmente. Nos meus computadores eu gostava de ficar formatando e desformatando, testando distros diferentes, SDA detected, mas começou a ficar fácil também, só que nesta época eu comecei a trabalhar regime CLT então eu comecei a ficar menos SDA… Hoje sou menos ainda SDA pois estou focado em estudos, mas pretendo voltar a ser um SDA bem viciado :joy:

Obs.: estou com uma certa sensação de “déjà vu”… well…

:pray:t2:

1 Curtida

Eu tinha curtido, mas não tinha prestado atenção.

Também sou jornalista ─ ou fui, sei lá, já vai fazer uns 20 anos que não trabalho para nenhuma empresa ou serviço público.

Comprei muita revistinha na época dos TK, via o técnico da rádio brincando com um deles nas horas vagas, mas na época meu salário não dava nem pro cheiro, tive de me contentar com uma calculadora científica para traçar uns projetos usando trigonometria e logaritmos, papel milimetrado, régua T, prancheta, esquadro e compasso.

Só fui comprar um Apple IIplus (8bit) uns 6 anos depois, graças a um emprego muito melhor ─ e mesmo assim, me custou 1 mês de salário, férias, 13º, uma máquina de datilografia Olivetti eletrônica, um violão, duas máquinas antigonas (tipo Remington), as calças e as cuecas. Bons tempos.

2 Curtidas

Não queria usar windows pirata e nem tenho condição de pagar o valor de uma licença dele. Ai migrei para o linux.

3 Curtidas

(Deletei sem querer o post anterior ao invés de editar)

Minha “iniciação” com o Linux começou há algum tempo, com o Ubuntu 8.04 LTS num curso de informática que eu fazia, em 2009~2010. Eu fazia o curso num micro que rodava Windows 7 e o micro do lado estava configurado em dual-boot com Ubuntu 8.04 LTS. Como eu dei sorte de cair numa sala que não sentava ninguém nesse micro, ficava brincando um pouco no Ubuntu nele.

Depois, descobri uma ferramenta (que não lembro o nome agora) que conseguia fazer dual-boot com Windows 7 no próprio Windows, e comecei com o Ubuntu 10.04 LTS, atualizando para o 10.10 e parando de usar no 11.04 (quando começou o Unity). Depois, fiquei um tempo sem usar o Linux até conseguir um notebook antigo com meu Tio (Usando AMD Turion64 X2), no qual instalei Linux Mint 17 Cinnamon, mas acabei instalando a interface LXDE por cima porque o Cinnamon ficou pesado.

Depois, consegui um outro micro da minha tia (Dell Inspiron 1525, com Core 2 Duo T5750) e acabei instalando de início o Lubuntu 18.04 LTS, depois mudando para o Lubuntu 20.04 LTS e, por fim, Linux Mint Xfce 20.1. Esse micro está atualmente com o meu avô.

No início ano passado (2020), fiz um curso presencial no IMPA, no Rio, e nos micros de lá estava instalado o Ubuntu 14.04 LTS (não lembro se era 14.04.5 ou 14.04.6) e fiquei mexendo um pouco também.

Nesse meio tempo, consegui um netbook (Acer Aspire 1410, com Celeron 743), no qual coloquei SSD e testei uma cacetada de distros diferentes. Aqui a lista:

Lubuntu 20.04 LTS (rodou muito bem)
Linux Mint Cinnamon 20.1 (rodou ok)
Linux Mint Mate 20.1 (rodou muito bem)
Linux Mint Xfce 20.1 (rodou muito bem, atualmente instalado no netbook)
Peppermint 10 (rodou muito bem)
openSUSE KDE Leap 15.2 (rodou ok, mas com bugs no wifi)
Kubuntu 20.04.1 LTS (rodou ok, mas com bugs na área de trabalho)
KDE Neon 20.04 (rodou ok, mas com bugs no Discover)
Netrunner Desktop 20.01 (rodou bem)
Netrunner Core 20.01 (rodou bem, mas sem loja alguma de apps não dá)
Pop!_OS 20.04 LTS (rodou ok)
Ubuntu 20.04.1 LTS (ficou um pouco pesado)
Ubuntu Budgie 20.04 LTS (ficou pesado)
Ubuntu Mate 20.04 LTS (rodou muito bem, com um ou outro bug na área de trabalho)
Xubuntu 20.04.2 LTS (rodou muito bem, mas com boot de duração infinita)

OBS: Ocasionalmente dá um bug no driver de vídeo nas distros baseadas em Ubuntu (menos no Pop!_OS, Lubuntu e Ubuntu Budgie) que faz com que os gráficos fiquem muito lentos, mesmo usando pouca CPU.

Atualmente eu “sosseguei” (LOL) e deixei o Linux Mint Xfce 20.1 no meu netbook e também no micro do meu avô, me adaptando bem ao Xfce. Só não gosto muito do gerenciador de tarefas embutido no Xfce e o troquei pelo Gnome System Monitor em ambos os computadores.

Caraca, fiz uma redação aqui :sweat_smile: :upside_down_face:

3 Curtidas

Para mim foi algo natural migrar para o Linux, mas tem alguns fatores que me levaram a migração:

  • A maior parte (para não dizer todos) os softwares e games que eu utilizo são open source ou estão disponíveis para o Linux, então foi bem fácil sair do Windows;
  • Sempre gostei de personalizar as coisas no meu computador, e nisso o Windows é muito engessado;
  • Mas o fator definitivo foi a performance. Apesar de eu utilizar um note mediano (i5, 8GB ram e 500gb SSD), sempre notei um uso alto de recursos no Windows 10 em comparação com qualquer distro. O que ficava mais evidente quando manipulava e processava volumes maiores de dados com o R. Aí quando vi meu Kubuntu iniciando com 700mb em comparação com os 4gb do Windows, fora os pequenos engasgos não teve mais volta;
  • Ah e também faz alguns anos que acompanho o canal do Diolinux, cujos tutoriais e reviews foram bem importantes para eu dar os primeiros passos no mundo Linux.
1 Curtida

Pra mim foi um caminho meio natural depois que fui apresentado ao linux (por volta de 2013)

Tinha um professor que vivia exaltando o linux e depreciando o windows e eu curioso fui ver qual era o tal desse linux, se era realmente bom.

No fim, vi que muitos problemas que tinha no windows eu não encontrava no linux. migrei na época para o ubuntu. E apesar de encontrar algumas coisas que eu não sabia fazer, era desafiador tentar resolver os problemas do novo sistema. Aí acabei ficando, nunca mais usei windows na minha máquina. Virei uma ‘Testemunha de Linux’ e até fiz minha esposa usar por um tempo até ela desistir e pedir o windows novamente. Mas valeu a tentativa kkkk

2 Curtidas

Eu estava no Facebook de boas em um grupo de informática, e vi um post que falava para mostrar o desktop, e vi um sistema com sua particularidade diferente de todo Ubuntu que eu tinha visto. Um Archlinux com Xfce, bem estiloso. Comecei a pesquisar sobre e tudo que eu lia, falava que era o mais difícil, aí nessa pesquisa, conheci o Manjaro, instalei ele, usei por dois meses, e resolvi entrar no Archlinux, com uma porrada de estudo consegui instalar (e como todo bom usuário de Arch, me exibir também kkkkk).

Desde então só uso linux, já sofri por distro-hopping (só zoeira, eu amo testar) kkkkk

Hoje apesar de usar o POP OS, minha distro favorita é o Gentoo, gosto de ter controle sobre as coisas que uso, só uso o POP OS, por que estou sem computador em casa, então uso no serviço onde tenho muita liberdade.

3 Curtidas

ba dum tss

Mais leve, mais fácil, mais rápido, maior controle, uma simplicidade absurda para incorporar bibliotecas de desenvolvimento (como instalar/atualizar qualquer aplicação).

2 Curtidas

Eu cursei engenharia de computação de 2014 a 2018. Quando entrei na faculdade só tinha um desktop com W7 e estava tudo bem. Acabei comprando um notebook que veio com W10 pra facilitar a utilização para programar e manter todo o conteúdo do curso organizado. Desde o princípio achei o W10 pesado, porém o Acer i5 com 8GB de Ram e 1TB de HD aguentou até o terceiro ano, inclusive rodando o Visual Studio que é bem pesado. No quarto ano já começou ficar extremamente difícil usar o note, inclusive com ele reiniciando e atualizando durante trabalhos e provas. Foi onde decidi testar o Xubuntu. Achei incrivelmente leve, porém não consegui me adaptar muito bem com ele e voltei pro W10.
No final do quarto ano o note já nem aguentava o Windows, inclusive durante um trabalho com tempo extremamente curto, ele demorou uns 40 minutos somente pra ligar. Foi a gota d’água.
Conheci o Mint, que me fez ver o quanto o W10 é pesado e consome desnecessariamente mais recursos e entrega uma performance pior. Fiz meu TCC e o quinto ano no Mint, e usei até o meio do ano passado, quando migrei pro Kubuntu.
Hoje, com um note i3 com 12 GB de RAM, SSD 512 e HD de 1TB uso dual boot por causa do Visual Studio e outros programas que não consigo substituir, porém o sistema principal continua sendo o Linux.

1 Curtida

PS… no meu caso fiz um caminho alternativo.

Estava na faculdade de SI e já tinha um emprego estável, queria um note bacana que aguentasse as aulas.
Nesta época peguei uma promoção do Macbook white por uns R$ 2.699,00 para ver no que dava; micros de configuração equivalente estavam na faixa de R$ 2.000,00 e muitos estudos já apontavam que ele tinha autonomia de 3h30min, enquanto 2h era um martírio para notes comuns (em 2007). E na minha faculdade até havia algumas tomadas, mas disputadas.

Foi legal ser “ET” por um tempo, porque eu era o único Mac OS da faculdade (até hoje isto ainda acontece nalguns cenários), e dali comecei a pegar conceitos de Unix e fui mexer com o Linux… de repente peguei gosto quando vi que desenvolver para Web (sempre acreditei que era o futuro, até porque eu odiava desenhar GUI) no Linux era mais fácil e produtivo foi uma migração natural.

em 2013 eu vi linux a primeira vez no lab de informática da escola. todos os pcs tinham um sistema que parecia o windows xp, mas o papel de parede era branco, tinha um pinguim desenhado, e o navegador que o “rapaz da informática” nos mandou abrir se chamava konqueror. Sim eu to falando do linux educacional. todos os pcs lá estavam com ele, menos 1, com tudo em laranja, efeitos de transparência e uma barra de vidro na lateral (ubuntu com unity) aquilo pareceu pra todo mundo uma visão do futuro, tinha disputas pra ver quem usava aquela máquina nas outras poucas vezes que a gente foi lá. era pra aula de matemática, pra usar o geogebra. fuçando no sistema, não me lembro exatamente onde, descobri que era esse o nome (linux educacional). pesquisando descobri que esse tal linux não pegava virus, foi isso que me chamou atenção no primeiro momento, tentei convencer meus pais a me deixarem instalar no pc de casa, mas não rolou.
um ano depois mais ou menos, me deram esse computador, mas ele tava com o famigerado windows vista. nessa época eu já estava em hopping no smartphone, chegava a testar 4 roms numa noite, trocar de rom durante a aula, num galaxy s2, cheguei a ter dual boot nele, entre uma rom baseada na stock da samsung e uma cyanogem.nessa altura já sabia que outro diferencial do linux era a diversidade e a customização. pesquisando sobre, vi que a interface unity poderia ser muito pesada pro meu pc, e li sobre um tal de elementary os que tava dispontando como o sistema a ser batido. foi minha única distro até esse pc pifar, no fim de 2015. fiquei sem ter onde usar pinguim. print do elementary que tenho no telegram até hoje


dois anos depois já na faculdade, comprei um netbook, visando usar ele com lubuntu, acabei no ubuntu mate, até eu precisar usar ele pra repetir wifi (no campus da universidade só permite um dispositivo por pessoa) e no linux até hoje não apareceu uma alternativa ao connectfy, então fui pro janelas 8.1. ainda no mate eu fiz essa proeza aqui, abrir o office 2010 zilhões de vezes só porque eu podia (nesse hardware aí, fazer o mesmo no próprio windows era impensável). fiquei no janelas até que o teclado dele começou a morrer, passei a levar um teclado externo pra usar ele, mas um belo dia não ligou mais. isso era fim de 2017. me afastei do pinguim de novo por falta de hardware

ano passado uma tia minha me deu um notebook, com a condição que eu zerasse o hd. em vez de rodar um limpador de disco. dividi o hd em várias partes e fui instalando distribuições em vários trechos dele pra testar, ao mesmo tempo em que sobrescrevia tudo. acabei no pop os, e na black friday comprei troquei o hd por um ssd, e o bicho tá uma bala. nesse meio tempo foi comprado um pc pro meu irmão (só pra leitura e digitação, é uma tranqueira), e meu pai que usava janelas no notebook dele tava com problema de virus (o defender entrou em loop,não deletava a ameaça e não parava de alertar). no notebook eu instalei ubuntu e disfarcei de windows, e no pc do meu irmão eu instalei o pop e fiz o mesmo
pc do meu irmão

do meu pai

o meu

no virtualbox to testando o deepin, e quero convencer essa minha tia que me deu o notebook a fazer um teste na máquina nova dela

2 Curtidas