Brave recebe inteligência artificial focada em privacidade

Seguindo a tendência adotada por navegadores como o Edge e o Opera, o Brave está recebendo sua própria inteligência artificial, o Leo. A novidade está chegando aos poucos aos usuários, a partir da versão 1.60 do navegador, enquanto para iOS e Android, deverá ser disponibilizado nos próximos meses.

Podemos optar por utilizar o Leo em versão gratuita, baseado no Llama 2, da Meta, ou fazer uma assinatura de US$ 15 mensais, para versão alternativa mais poderosa, baseada no Claude Instant, da Anthropic, considerado mais rápido e avançado, inclusive em operações matemáticas e programação, além de contar com menos limitações de uso, prioridade em horários de pico e acesso antecipado a novidades.

Como o Leo funciona?

Se você já utilizou alguma inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, então já possui a base para o Leo. Ele atende ao mesmo tipo de comando, sendo acessível no ícone de balão, presente na barra lateral do Brave, ou digitando na barra de endereços e selecionando a opção de perguntar ao Leo.

Ele pode não apenas conversar com você, mas traduzir sites, analisá-los ou reescrevê-los. Segundo o site do Brave, todas as operações do Leo são anônimas, as conversas não ficam salvas, elas não são atreladas ao seu perfil, nem direcionam publicidade, tanto na versão paga quanto na grátis.

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Parece ser interessante. Eu me pergunto o que vai sobreviver dessa onda de IAs.

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