Big Linux 20.04 RC1 - Um Linux Brasileiro, em busca da perfeição! (2021)

Hoje mostramos o Big Linux um Linux Brasileiro que em 2021 fazem mais de 16 anos que está em busca do Sistema Perfeito!

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Essa edição, a 20, está ótima, muito bem organizada e prática, e traz melhorias no Plasma que foram reconhecidas pelo projeto KDE. Mas é interessante que os desenvolvedores do BigLinux tenham posto elementos do GNOME no lugar de alguns do Plasma, quando julgaram que isso favorecia a usabilidade.

Isso, mais o fato de o BigLinux contar com uma comunidade ativa, me anima a indicá-lo a brasileiros querendo se iniciar em Linux. Meu único receio é o histórico de “flip-flop” do projeto.

Por exemplo: vi pela Internet um comentário e outro de que o BigLinux iria trocar a base Ubuntu pela base Manjaro. Embora a distro seja amigável, bem organizada, fácil de ser mantida só por recursos gráficos, mudança dessa monta dá uma bagunçada na experiência do usuário, principalmente se for iniciante.

Big Linux foi a minha segunda remaster. Comecei com o FeniX, depois o Big (acho q na época era a versão 3) e então o Debian 3.

Sempre foi assim. Ou pelo menos desde a versão 3.

E o Bruno, ele confirmou isso? É muito improvável isso acontecer.

“Cacei” uma declaração dos desenvolvedores sobre isso e não encontrei. Topei foi com comentários em vídeos com resenha do BigLinux. Num deles o autor afirmou estar usando uma versão teste do “BigManjaro”.

Tem o link para esse comentário?

Não, não guardei. Mas volta e meia esse tipo de comentário aparece, aí eu ponho o link aqui.

Mas veja que interessante:

Lembro vagamente de ter lido algo nesse mesmo sentido e que ia dar bagunça na certa

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Vi isso tbm mas foi no grupo do telegram do biglinux

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Respondendo em partes alguns detalhes aqui mencionados:

  • Primeiro que mesmo dito aqui que há flip-flop, garanto que o BigLinux de certa forma jamais deixou de ser *usável e ativo, isso desde 2009, quando comecei no Linux e com ele

  • Sim, o BigLinux está mudando ou já mudou a base para o Manjaro:

[email protected]:~$ lsb_release -a
LSB Version:    n/a
Distributor ID: BigLinux based in Manjaro Linux
Description:    BigLinux
Release:        21.1.4
Codename:       Pahvo
[email protected]:~$

E nem por isso tem bagunça para o “user end”, já que sou um desses meros apertadores de teclas

  • E por último detalhe: não há desenvolvedor(es), mas sim desenvolvedor, exército de um homem só que faz a diferença no SL Nacional

T+ = See you later

Teve 1 hiato de alguns anos. De 2012 a 2017, se não me engano

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Hiato ou mudança de nome, Kaiana Linux?

E se não me engano nem levou esse tempo todo

T+

Hiato, Kaiana foi só 1 tentativa frustrada, q não passou da 1 versão

Hiato, mudança de nome, mudança de base.

Usável pode até ser. Mas não confere experiência estável para o usuário.

Dado que a maioria dos utilizadores de sistemas Linux é do tipo “fuçador em TI”, a falta de experiência estável é problema menor.

Mas, se eu tiver um leigo em Linux interessado em experimentar uma distro, e for conveniente apresentar um sistema brasileiro, já todo “redondo” em português, vou pôr outra distro na frente do BigLinux.

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Outro ponto: é de se aplaudir de pé todo o trabalho de um indivíduo em criar, manter e desenvolver um sistema operacional. E é sensacional o trabalho do BigBruno, que deixou sua distro leve, fluida e ao mesmo tempo rica em recursos, amigável e bonita. Sei, também, que ele chegou a encaminhar contribuições aos desenvolvedores do KDE Plasma.

Há muita coisa boa que se pode apontar no BigLinux. Tal como no Tiger OS, no Amarok Linux e no Regata OS.

O que se pode lamentar é termos vários projetos BR que são “exército de um homem só”. Não é culpa de seus empreendedores, tem muito a ver com os vícios culturais da sociedade brasileira.

A questão que se destaca é que projeto dependente dos esforços e do brilhantismo de um só indivíduo está sempre na corda bamba. Vide DuZeru e Kurumin.

Não desejo a descontinuidade do BigLinux. De jeito nenhum. Desejo que cresça e prospere. E se firme como boa opção para os usuários de Linux brasileiros. Por isso é que aponto esse problema de “flip-flop”. Não é falar mal por falar mal, é apontar uma fragilidade visando ao aperfeiçoamento do projeto.

Na realidade, muitas vezes o problema é justamente do criador. É alguém q quer se passar por “desenvolvedor de distro”, mas não quer dividir os créditos.

Tenho um conhecido q tentou colaborar com diversos projetos, mas a recepção nunca era boa, sendo q essa pessoa sabe muito mais sobre shell script e o processo de remasterização, do q o idealizador. Mas o receio da perda do “estrelato” é muito maior do q as possibilidades do sucesso.

Sem contar q muitos projetos nascem e morrem sem ter foco, ou mesmo sem nunca vir a ter qualquer ideia de diferenciação. Ou quando o idealizador pensa em algo de diferente/particular, não sabe programar, o q leva tudo a ficar em sua mente.

Eu mesmo sofri com isso por muito tempo, então por quase 10 anos, meu projeto era particular, para meus clientes. Só mudando a cerca de 1 ano com a entrada do Elton e do Natanel.

Com a chegada de 2 colaboradores, eu pude começar a ter ideias ambiciosas, conseguindo a 1 mês, me tornar parceiro de uma Universidade. Hj inclusive estou trabalhando para ampliar para ONGs e muitas outras universidades.

Já vi o Dio comentando: e se o criador do projeto adoecer por vários dias, ou semanas, como fica? Não terá mais atualizações?
Peppermint é outro caso complicado: idealizador morreu, embora o repositório não esteja parado, não recebemos novidades quanto a versão com base 20.04.

O Natanael mesmo já providenciou esquema que tanto ele quanto o Elton possam disponibilizar novidades e correções de bugs independente da minha pessoa, embora o correto seja esperar por minha aprovação.

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Qual? Na verdade?