Antergos será descontinuado!

Por esse motivo que prefiro me manter nas distros tradicionais ou “mães”. Se tivessem investido esses 7 anos de esforços em ajudar a melhorar a distro “mãe”, teriam feito diversas contribuições significativas e simplesmente parariam de contribuir quando surgissem imprevistos.

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Discordo, no caso do Antergos eles fizeram com que muitos se achegassem ao Arch, se o intuito era deixar o Arch mais acessível a muitos, cumpriram seu papel… e nada impedia de contribuírem com o Arch, mantendo também o Antergos.

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Um exemplo que mostra o que eu disse, é o Regata OS, que pra muitos é um refusefuqui de fundo de quintal, mas vc vai lá baixar muitos pacotes no openSuse que foi enviado e mantido pelo RegataOS.

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Esse negócio de distro mãe e muito complicado, se for para pensar desta forma o próprio arch chegou uns quase 10 anos atrasado e poderia ter contribuído com os projetos já existentes, como as distros “mães”, Debian, Redhat e Slackware.

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Na verdade não se achegaram ao Archer, e sim estão usando o Antergos. Sim, cumpriram o papel e acabou. Por isso eu disse que fariam diversas contribuições significativas se tivessem se mantido na fonte e essas contribuições se manteriam… Acho mais válido do que encerrar um projeto.
Não disse que seriam impedidos de contribuírem… Disse que no caso de falta de tempo, as contribuições já estariam dentro do Arch e caberia a outros continuarem.

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Não pq não foi baseado neles… Arch surgiu através do CRUX que não tinha grandes futuros.

A filosofia do Linux que nos dá a liberdade de criarmos projetos, infelizmente muitos projetos não se sustentam a longo prazo, o Antergos dava super certo só não tinha geração de recursos… De trazer muitos ao Arch já ajudaram na popularização da base, e muitos que começaram no Antergos ou Manjaro hoje já ajudam seja direta ou indiretamente. Antergos tinha fórum, mantinha um suporte com a comunidade… Infelizmente acabou, vida que segue.

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Sim, todo projeto que acaba é ruim, ainda mais sendo open…
Mas o meu ponto de vista é que se as pessoas se voltassem mais para as distros “fontes” seriam menos distribuições, mais fortes e melhores e mais bem divulgadas. E não da forma que é hoje, um monte de “montinhos” esparramados.

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Sim, por isto mesmo, por que se apegar em algo sem futuro e não algo já consolidado? Em 2002 essas distros que mencionei já eram consolidadas.

Mas vc esta falando de sistemas diferentes. Eu disse distros “mães”…
Debian, Redhat e Slackware não foram “mães” do Arch. Foi a CRUX, que não tinha futuro. Entendeu?

*Editei pq o corretor do celular trocou Redhat por Resgate, eu hein. kkkk

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Entendo seu ponto de vista, mas a filosofia por detrás que nos faz termos tantas opções; e todos projetos começam pequenos, se formos pensar em ajudar só as ditas “fontes” teríamos 3 ou 4 distribuições e olhe lá… O Mint mesmo começou praticamente como remaster do Ubuntu, hoje para muitos é até melhor que o ao qual se deriva, tendo o Cinnamon como tido um dos melhores ambientes GTK. É complicado “matarmos” projetos… Essa semana testei o Makulu Linux, pra que eu ia usar uma distro sul-africana se tem Debian e Ubuntu? Esse seria o pensamento seguindo sua linha de raciocínio… O mesmo vale pro Brasil, se tem uma distro americana vou usar uma distro brasileira? E mesmo as ditas grandes podem acabar, como tantos projetos já acabaram, Canonical é uma empresa, no dia que o Ubuntu não for rentável eles descontinuam e a comunidade que se vire, o mesmo aconteceu com o Unity, deixando muitos órfãos…

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De boas, mas de certa forma a Crux não diferenciava muito do Slack, pois o formato de empacotamento era um tarball pré compilado, empacotamento simples, diferente dos formatos .deb e .rpm que eram mais complexos com resolução de dependências.

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Sim, esse é meu pensamento. Não estou dizendo que é o correto, e sim meu ponto de vista.
Por exemplo pra mim o Ubuntu é ¨zero à esquerda¨, tanto por causa da Canonical, quanto por causa do Mint. No caso do Debian, como a filosofia é de estabilidade e por isso tem recursos mais atrasado, acho o Mint o sistema ideal pra se focarem em uso de Desktops. Assim como o Manjaro é do Arch, Fedora da Redhat e assim por diante… Mais do que isso, são projetos fadados, infelizmente.
EU acredito sim que o Linux ganharia muita força se focado dessa forma e não como é feito hoje em dia.

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Ai é meio complicado dizer, mas a uns 17 anos o Conectiva tinha recursos de gerenciamento de pacotes que só recentemente foram implementados em outras distros pois a mesma utilizava o misto de APT+Synaptic+RPM que era muito eficaz, sendo utilizado inclusive no instalador, bem avançado para a época, uma das primeiras a ter um instalador gráfico de fato, muitos destes recursos vejo hoje disponíveis em ferramentas como o dnf por exemplo, foi uma distro que contribuiu muito para o gerenciamento de pacotes e foi simplesmente uma derivação do Redhat adaptada para o mercado brasileiro, poderiam ter feito algo diferente como é o caso do Arch, mas preferiram contribuir para algo já existente.

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O que o pessoal do Antergos vai passar agora, eu passei lá atrás com o fim do Mandrake, quando juntou com a Conectiva e virou Mandriva, ficou terrível aquilo. Não retornei para o Redhat que seria a distro ¨mãe¨, fui para o Debian.

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Eu sei bem do que está falando, eu fui orfão do conectiva, passei pelo Ubuntu e outras derivadas do Debian, mas acabei dando uma chance ao Fedora (Eu odiei o Fedora Core no lançamento pois foi tudo feito nas coxas) e acabei ficando nele, acabei com o dual-boot durante uns 5 ou 6 anos e hoje tenho um tri-boot ( por experimento mesmo) aqui com 2 Fedoras (30/Rawhide) e até então o antergos que provavelmente será substituído pelo Debian, ou vou deletar a partição, pois não sinto necessidade de utilizar dual-boot, mantenho o Rawhide para testar e relatar bugs relativos ao GNOME.

PS: Se um dia quiser experimentar o poder do APT+RPM e não tiver preconceito, utilize o ALT Linux é uma distro russa que utiliza esse combo.

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Preconceito não! hahaha
Testo muitas distribuições, com certeza vou testá-la, não conhecia. Mas é uma distro que não vai substituir meu Debian, com certeza.
Fedora eu utilizei muito pouco, não rodou bem comigo. Mas são distros (Debian, Fedora, Arch, Slack, openSUSE) que se acabarem, eu largo o Linux. Hahaha

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Cara você pode se surpreender pois une APT e RPM, tem alguns detalhes nessa união que só consegui faz pouco tempo com o DNF no fedora, nem sei se o APT do debian já aceita full paths para encontrar arquivos faltantes, acho que o apt-file hoje faz isto, mas nada melhor que precisar de uma lib e mandar um dnf install /usr/lib/lixblablabla ou apt install /usr/lib/blablabla, me fazia muita falta isto no Debian e é uma coisa que uso faz muito tempo desde os tempos do Conectiva, como eu costumo compilar bastante coisa, as vezes quebra uma galho imenso.

Também não sei te falar se apt aceita. Tem uns anos já que não preciso compilar nada. Hehehe

O problema é: E se as visões de como as coisas devem ser for diferente? Por exemplo Antergos x Arch, Ubuntu x Elementary OS…

Não da pra contribuir com a distribuição mãe assim

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